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Novo auxílio emergencial de R$ 200 pode ser pago a 170 mil famílias de MS


O pagamento de um novo auxílio emergencial já é dado como quase certo pelo governo federal. Porém, em modelo diferente do que foi aplicado no ano passado. Desta vez, a equipe econômica do presidente Jair Bolsonaro quer um programa com três parcelas de R$ 200 que deverá atender trabalhadores


informais não atendidos pelo Bolsa Família.

Assim, caso seja confirmada a proposta – que ainda tramita e pode ser aprovada nesta semana no Congresso, Mato Grosso do Sul tem cerca de 172 mil trabalhadores nesta situação inscritos no CadÚnico, que é o cadastro das famílias de baixa renda que ganham até meio salário mínimo por pessoa ou que ganham até 3 salários mínimos de renda mensal ​total. Em todo o país, a estimativa do ministro da economia, Paulo Guedes, é que 32 milhões de brasileiros sejam beneficiados.

A proposta será chamada de BIP (Bônus de Inclusão Produtiva) e, para receber o auxílio, a pessoa terá que realizar um curso de qualificação profissional, conforme adiantado pelo jornal Folha de S. Paulo.

Esse novo plano deve prever que o benefício esteja associado à Carteira Verde e Amarela, proposta do governo para reduzir encargos trabalhistas e estimular a formalização de pessoas de baixa renda.

A mudança no formato do auxílio reduziria os gastos do governo com o auxílio emergencial, de R$ 50 bilhões mensais gastos com as parcelas de R$ 600 em 2020, para pouco mais de R$ 6 bilhões por mês.

A justificativa para as mudanças é de que o governo não tem recursos para seguir pagando o auxílio emergencial com valores mais altos.

O benefício criado para socorrer trabalhadores informais e população vulnerável atingidos pela crise econômica por conta da pandemia do coronavírus.

Dados do Ministério da Cidadania mostram que foram destinados cerca de R$ 2,9 bilhões a 859,9 mil pessoas em Mato Grosso do Sul. Somente em Campo Grande foram 253.774 pessoas que receberam ao menos uma parcela da ajuda federal.

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