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Golpes em MS têm WhatsApp e Instagram clonados e vítimas chegam a perder R$ 10 mil


Com a facilidade do Pix, meio de pagamento eletrônico instantâneo, de baixo custo, estelionatários estão aproveitando para fazer mais vítimas de golpes de uma maneira mais rápida. Em Campo Grande nesta segunda-feira (21) ao menos três pessoas procuraram em um espaço de 2 horas, a Depac (Delegacia Especializada de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro para registrar boletins de ocorrência por fraude eletrônica.


Os golpistas em geral se utilizam do WhatsApp clonado e até Instagram agora passou a ser a nova técnica que utilizam para enganar e furtar dinheiro de maneira rápida das vítimas. Um homem de 33 anos procurou a delegacia no fim da tarde desta segunda (21) para fazer o registro da ocorrência. Ele perdeu R$ 5.900, com a compra falsa de um iPhone.


Ele contou que manteve contato com uma pessoa que achava ser sua amiga pelo Instagram, e que ela estaria vendendo um celular iPhone 12 Pro Max, por R$ 5.900. Como acreditou ser real acabou fazendo a transferência pelo Pix e só depois percebeu que era golpe, quando o noivo da amiga postou que a conta dela havia sido perdida. Um celular iPhone desse modelo novo em preço de mercado está custando em torno de R$ 10 mil.


Ainda nesta segunda (21), um homem de 50 anos também procurou a delegacia para registrar um boletim de ocorrência ao perder R$ 9.960, com transferências pelo Pix. Ele acreditou quando entraram em contato com ele se passando por sua filha, que pedia que fizesse a transação bancária já que ela havia comprado dois celulares iPhones sendo que não estava conseguindo fazer o pagamento. A vítima só percebeu se tratar de um golpe quando a foto que fica no perfil do WhatsApp sumiu.


Uma jovem de 21 anos também foi vítima de estelionatários, quado ao tentar um empréstimo de R$ 45 mil acabou caindo em um golpe pelo WhatsApp perdendo o valor de R$ 8.150, com o chamado pagamento de taxas para a liberação do empréstimo, muito comum entre os golpistas para arrancar dinheiro das vítimas.


A primeira orientação é sempre desconfiar e prevenir, não deixar dados pessoais salvos- CPF, RG, endereço, números de cartão - salvos em sites, redes sociais, blocos de anotações virtuais e no histórico de conversas do aplicativo.

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