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Em reunião com Bolsonaro, secretário pede investimento em forças estaduais de segurança


Secretário de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul, Antonio Carlos Videira, participou, nesta quarta-feira (22), da 76ª Reunião Colégio Nacional dos Secretários de Segurança Pública (Consesp), em Brasília. No encontro, os chefes da pasta nos Estados solicitaram ampliação do repasse de verbas destinadas ao Fundo Nacional de Segurança Pública (FNS) e a forma como esse dinheiro chegará aos municípios e  unidades da federação.


Participaram também os secretários de segurança do Distrito Federal, Amazonas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e Sergipe.


Os dirigentes também trataram de temas envolvendo investimentos federais nas forças estaduais de segurança e estratégias que poderão aperfeiçoar o combate ao tráfico de drogas e pediram ao presidente Jair Bolsonaro a recriação do ministério exclusivo para o setor. Ao assumir o governo, no ano passado, Bolsonaro fundiu os ministérios da Segurança Pública e o da Justiça, resultando na pasta que vem sendo comandada desde então pelo ex-juiz Sergio Moro.


Videira avaliou como extremamente positivo o encontro. “Dentre os assuntos deliberados, aproveitamos a oportunidade para solicitar ao presidente que aumente o percentual dos recursos arrecadados com a Loterias Federais para o Sistema Único de Segurança Pública (Susp), acelerar a liberação para os estados do dinheiro estacionado no FNS, além da possibilidade da criação de uma pasta dedicada exclusivamente à segurança pública, uma vez que acreditamos que esta será uma medida viável, pois dará ao tema a importância que ele merece, a exemplo do que é feito com a saúde e a educação”,afirmou.


O presidente disse que vai avaliar os pedidos "o mais rápido possível".


"A demanda passa aqui passa pela isenção de IPI para material de segurança, passa pela questão de telefonia, passa por mais recursos, os fundos, e uma proposta que os senhores trouxeram, que seria a recriação do Ministério da Segurança. (...) Estudaremos essas questões e daremos uma resposta o mais rápido possível", afirmou o presidente.