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CPI da Energisa vai recolher mais 103 relógios para dar continuidade à averiguação


A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Energisa, suspensa devido à pandemia da Covid-19, deve terminar de recolher os 103 relógios que faltam para averiguar possível irregularidade no sistema de medição. O presidente da CPI, deputado estadual Felipe Orro (PSDB), afirmou que os casos de contágio pelo coronavírus estão em queda no Estado, e por isso, os trabalhos da Comissão devem retomar. "A retomada será para concluir a retirada dos relógios. Já retiramos 97 e faltam 103 para encaminhar à USP. A perícia será rápida”, afirmou. Conforme Orro, a previsão é de que se tenha uma conclusão da CPI até o fim do ano. A CPI da Energisa foi instaurada em 12 de novembro de 2019 para analisar a prestação de serviço da concessionária de energia elétrica em Mato Grosso do Sul, em meio a reclamações sobre sua qualidade e de aumentos considerados injustificados nas contas de energia elétrica. No ano passado, a Energisa entrou com uma liminar para suspender a averiguação dos medidos pela USP (Universidade de São Paulo) do campus de São Carlos, com a alegação de que a universidade não era reconhecida pelo Inmetro para fazer tal avaliação. Porém, o Órgão Especial do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) derrubou, em 16 de junho, os efeitos da liminar concedida à Energisa que impedia a aferição dos mais de 200 relógios retirados de residências a fim de conferir a regularidade de seu funcionamento. A decisão, por maioria, permitiu a continuidade dos trabalhos da CPI da Energisa na Assembleia Legislativa.

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