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Carreta da Justiça finaliza atendimentos em Corguinho e segue para Rochedo

Atualizado: Mar 5


A equipe que trabalha na Carreta da Justiça, sob o comando do juiz Luiz Felipe Medeiros Vieira, começou a semana atendendo a população de Corguinho. Na segunda (01) e terça-feira (02), a unidade móvel ficou estacionada naquela localidade para tentar resolver as demandas dos cidadãos corguinhenses. Na quinta (04) e sexta-feira (05) a Carreta segue para a comarca de Rochedo. A unidade leva os serviços do Poder Judiciário para mais perto da população, com objetivo de resolver as demandas nas localidades onde não existe ainda prédio do Fórum e tem competência para apreciar e julgar ações cíveis, criminais e dos juizados especiais, além de atuar em mutirões processuais, inclusive em processos do Tribunal do Júri. Em apenas dois dias de trabalho em Corguinho 143 pessoas circularam pela Carreta da Justiça. Destes, 50 buscaram atendimentos com consultas, informações e orientações gerais e 25 foram atendidos pela Defensoria Pública. Foram abertas 21 novas ações. Assim, com a possibilidade de usufruir dos serviços disponibilizados gratuitamente e, a exemplo de atendimentos anteriores, o serviço mais procurado foi o reconhecimento de união estável e sua conversão em casamento. Foram 13 casais a regularizar sua situação civil. Houve ainda cinco pedidos de divórcio, duas ações de alimentos e uma investigação de paternidade. A Carreta da Justiça integra o programa Judiciário em Movimento, que tornou 100% dos municípios sul-mato-grossenses sedes de comarcas. Desde que foi lançada, em agosto de 2016, a iniciativa está levando mais qualidade e conforto no atendimento ao jurisdicionado, que não precisa mais deslocar-se de sua localidade para receber os serviços da justiça. A unidade móvel é uma miniatura de um fórum: gabinete do juiz, sala para Promotor, Defensor Público, sanitário, uma pequena copa e a varanda na frente para recepção das pessoas, o que totaliza 44 m². O objetivo da proposta é aproximar o Judiciário da população e dar cidadania às pessoas que nunca tiveram atividade judicial e judiciária em sua cidade.

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