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Após incêndio que destruiu 200 hectares em Paranaíba, fazendeiros pedem investigação


Após incêndio que devastou 6 sítios e quase 200 hectares na cidade de Paranaíba, a 406 quilômetros de Campo Grande, um fazendeiro, dono de uma das propriedades atingidas, denunciou que o fogo foi criminoso e teria começado no aterro sanitário. Ele entrou, nesta segunda-feira (28), com uma manifestação pedindo providências por parte do MPMS (Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul).


O incêndio atingiu os sítios próximos à Estrada Vicinal Belmiro Ferraz, na manhã do último sábado (26), e durou quase 24 horas. O fogo assustou moradores, que tiveram que correr para salvar os animais.


Segundo documento em que pede providências, o proprietário descreve que no entorno aos sítios atingidos há um aterro sanitário. A denúncia é de que funcionários da prefeitura rotineiramente colocam fogo em folhas e galhos na área do aterro, o que poderia ter iniciado as chamas que se alastraram rapidamente.


Muito importante apurar a origem do fogo e a responsabilidade de quem iniciou o fogo, que provocou um desastre ambiental e financeiro para os proprietários e arrendatários dos sítios que foram queimados”, denuncia.


O incêndio que atingiu cerca de 6 sítios e 200 hectares, próximos à Estrada Vicinal Belmiro Ferraz, em Paranaíba, começou por volta das 8 horas do último sábado (26) e durou quase 24 horas. Ao serem avisados por um vizinho sobre as chamas que se alastravam, sitiantes correram para tentar salvar animais. Um morador ficou em repouso após inalar fumaça.


Avisei para passarem o gado para outra região, senão iriam morrer queimados. Foi muito rápido, uma hora estava na pastagem da frente, depois no do meu sobrinho. Só não pegou fogo nas casas porque o Corpo de Bombeiros chegou”, lamenta.


Ainda não foi possível calcular o prejuízo causado pelas chamas, porém, além da vegetação, currais foram destruídos. “Acredito que alguns animais tenham sido queimados, algumas vacas estavam prenhas e isso prejudica a saúde. Ainda não dá para saber o prejuízo, mas o gado irá ficar sem pastagem para comer. Por isso precisa muito chover”, disse.


De acordo com o sargento da 4º Subgrupamento de Bombeiros Militar, Sandro Correa Pereira, o fogo foi controlado pelas equipes apenas durante a madrugada de domingo (27).

“ (O combate) foi das 9h às 2h, utilizamos aproximadamente 5 mil litros de água. Não sabemos como começou, mas já foram controlados”,


Do Jornal Mídiamax.

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